Lixo espacial consiste em todos os objetos artificiais em órbita que já não têm utilização, ou seja satélites desativados, fragmentos de foguetes, restos de colisões. Até hoje, já foram detetados mais de 36.000, mais milhões de fragmentos invisíveis. O perigo é a velocidade, a 28.000 km/h um fragmento de 1 cm pode destruir um satélite, por exemplo. Colisões geram mais fragmentos, que geram mais colisões, o conhecido Síndrome de Kessler, que pode tornar órbitas inteiras permanentemente inutilizáveis.
A poluição vai além da órbita, os foguetes emitem partículas de alumínio e carbono diretamente na estratosfera e a reentrada de satélites deposita metais pesados nas camadas altas da atmosfera. A saturação de megaconstelações (Starlink, OneWeb…) está a acelerar isto drasticamente. Cada lançamento emite poluentes diretamente nas camadas mais altas da atmosfera, onde os seus efeitos são mais persistentes e mais difíceis de reverter do que os das emissões ao nível do solo.
A regulação é uma grande parte do problema. O principal instrumento legal, o Tratado do Espaço Exterior de 1967, foi escrito quando só dois países realizavam operações no espaço e ignora praticamente as empresas privadas. As diretrizes da ONU existem, mas são opcionais. Não há nenhuma obrigação em remover detritos, nenhuma multa por poluir a órbita, nenhum tribunal para resolver colisões entre objetos de países diferentes. É um problema alarmante, pois todos usam, ninguém limpa, e ninguém é obrigado a fazê-lo.

Organizado pela Região Madeira da Ordem dos Engenheiros e aberta à sociedade em geral, o MadIT 2025 teve como convidados João Roque, Rita Maçorano, Frederico Ferreira, Helena Braga, Ivone Martins e Paulo Menezes. Um painel inspirador de “contadores de histórias”que partilharam histórias de vida e inovação, conhecimento e criatividade, nas áreas da ciência, da engenharia, da tecnologia, da cultura e das artes.

Desde o início da IA, questões filosóficas sobre mente, conhecimento, raciocínio e ação foram incorporadas e reformuladas como problemas computacionais.A palestra, mostrou-nos como a Filosofia esteve presente desde as primeiras fases da Inteligência Artificial, contribuindo para os seus fundamentos teóricos e para a evolução das diferentes abordagens, da IA simbólica às técnicas baseadas em dados. Orador . Eduardo Fermé [Professor Catedrático da Área de Inteligência Artificial na Faculdade de Ciências Exatas e da Engenharia da Universidade da Madeira]

O programa EDUCAMEDIA Assenta na vertente "Educação para os media” e apresenta-se como veículo de promoção da inclusão social e exercício da cidadania, procura melhorar a qualidade do ensino nas escolas e a qualidade de vida das comunidades nas quais se insere. Com a oficina pretendeu-se promover o Madeira Curtas, através de momentos teóricos e práticos, os alunos desenvolveram uma pequena curtametragem com duração de 2 minutos.

Numa iniciativa integrada nas atividades de Educação para a Cidadania, visitamos a RTP Madeira. Fomos recebidos pelo jornalista Gil Rosa, que nos guiou pelos bastidores da televisão e rádio públicas. Com enorme prontidão e disponibilidade, o jornalista partilhou o seu conhecimento e respondeu a todas as curiosidades dos nossos jovens, proporcionando uma aula prática sobre o papel dos media na nossa sociedade. Foi uma experiência extremamente enriquecedora, onde a teoria deu lugar à realidade da informação.

O epicentro físico e tecnológico da ilha da Madeira, onde a inovação encontra a tradição, para criar experiências inesquecíveis. Líderes regionais na aplicação da Realidade Virtual (RV) e Realidade Aumentada (RA) ao sector do Turismo. Fornece uma janela para o passado e para o presente, nomeadamente com a divulgação da flora, fauna, locais emblemáticos, tradições e gastronomia da Madeira, galardoada pela World Travel Awards e pela Unesco.
Somos alunos de Aplicações Informáticas B do curso de ciências e tecnologias da Escola Secundário de Francisco Franco, e realizamos este site no âmbito da Educação para a Cidadania, no tema da Sustentabilidade.